São medos totalmente humanos e razoáveis que estão contidos no pacote do amor. Se servir de consolo, até as figuras mais imponentes da história sofreram sob o sol abrasador que faz derreter as asas dos apaixonados.
Até Napoleão Bonaparte, imperador da França e rei da Itália, grande estrategista militar, publicou códigos de leis que mesmo hoje ainda têm bastante influência, e embora seja difícil acreditar, foi um homem apaixonado e muito inseguro no amor.
Bonaparte sofria de amor cada vez que saía para uma batalha, como demonstra esta carta que escreveu para Joséphine.
"Não passo um dia sem te desejar, nem uma noite sem te apertar nos meus braços; não tomo uma chávena de chá sem amaldiçoar a glória e a ambição que me mantêm afastado da vida da minha vida. (...) que andaste tú a fazer, porque não escreveste a teu marido?"
Se até Napoleão temia e se angustiava por amor, aceitemos também o preço de nos entregarmos a utra pessoa.
Nenhum comentário:
Postar um comentário