quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Não jure pela Lua que é inconstante

Não jure pela Lua que é inconstante e muda todos os meses em sua órbita circular, a menos que o seu amor seja igualmente instável"

Esse diálogo de Romeu e Julieta expressa o grande temor de todos os casais: a extinção dos sentimentos que alimentou a chama ilusão e da felicidade.
A pergunta, contudo, seria: Existe amor eterno?
Passamos séculos cantando, recitando ou pintando o caráter imperecível do amor, e sem dúvida os apaixonados estão convencidos de que aquilo que sentem vai durar para sempre.
Mas, o que o cientistas pensam a cerca disso?
Boa notícia: Segundo o Laboratório de Neurociência da Universidade Ibero-americana do México, o amor eterno existe, sim.
De acordo com diversas pesquisas, o amor romântico duradouro é baseado em questões neurobiológicas e evolutivas. Ele existe graças a substâncias nada poéticas como o cortisol, a vasopressina e a oxitocina, e não graças ao romantismo ou às jóias como alguns anúncios nos querem fazer acreditar.
Em nosso cérebro, o amor produz uma explosão cujos efeitos atuam como uma droga. As duas ultimas substâncias citadas aparecem na segunda fase do processo de se apaixonar e permitem a criação de laços estáveis entre os indivíduos, produzindo uma sensação de segurança, o que transforma a paixão em amor estável.
Além disso, os hormônios atuam sobre o mecanismo de prazer e recompensa, e se continuarmos unidos a um determinado companheiro manterão seus níveis elevados cm o passar do tempo.
Todos os românticos devem agradecer, portanto, a vasopressina, a oxitocina por manter viva a química da relação.

Um comentário:

  1. Devo esta exalando vasopressina e oxitocina, pois parace que tenho 300 corações e todos transportando dessas substâncias maravilhosas. Parabéns seu talento pra escrever é lindo, tenho certeza que um dia irei ler um best seller seu. Felicidades e muita paz na sua caminhada. Namastê!

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