Desde de criança nos acostumamos a ouvir histórias. Acompanhamos e nos comovemos com o drama dos personagens. Reconhecemos mocinhos, vilões e coadjuvantes, todos com um papel bem definidos, frutos da imaginação de um criador, nascidos de uma página em branco. Nos envolvemos tanto com a trama que nos pegamos torcendo por nosso personagem favorito ou vibrando quando o vilão é punido. Aguardamos ansiosos por um desfecho onde o bem prevaleça. E esperamos que no final o mocinho leve a sua amada para o altar. Ou na versão mais tradicional dos contos de fada, que o príncipe encantado salve e se case com uma princesa e vivam felizes para sempre no reino de riqueza, beleza e alegrias como se existisse felicidade plena.
E chegamos na modernidade sempre com o mesmo modelo de histórias fictícias que embalam os sonhos das crianças. Poucas pessoas ousaram contar histórias menos fictícias, mais realistas. Seria diferente o nosso futuro se as novas gerações crescessem com uma nova consciência? Será que a partir de diferentes reflexões e descobertas não seremos guiados passo a passo para escrevermos a nossa dramaturgia pessoal que nos permitirá, literalmente, mudar o roteiro das nossas vidas e com isso mudar o pensamento da sociedade como um todo? Por que o homem tem que ser o protetor, provedor e REPRODUTOR? Se no mundo moderno uma mulher pode ter um salário tão altos quanto, desempenhar as mesmas funções que ele, e ter filhos apenas se ELA quiser.
Essas respostas só o tempo virá mostrar na vida dos leitores dos NOVOS CONTOS DE FADA DOS TEMPOS MODERNOS. Essa proposta inovadora de reescrever os contos de fada ensina principalmente a mulher a abandonar a culpa, os medos, a dor e tudo aquilo que as prejudica. Mas também guia a sociedade por caminhos mais claros e menos injusto, libertando a mente de preconceitos e empurrando o homem para assumir o seu verdadeiro papel: o de companheiro, nada mais, nada menos. E a mulher: companheira. Ninguém tem que estar à frente ou atrás de ninguém. Tem que dar as mãos e caminhar juntos porque não existe mais essa história de sexo frágil e sexo forte. As diferenças de habilidades não faz de um inferior ao outro, apenas seres que se complementam.
E no final da história pouco importa se o homem casou com a mulher ou com outro homem ou ficou sozinho porque ele foi feliz (quase sempre) fazendo o que queria fazer, vivendo como queria viver.
Feliz! Não para sempre!!!
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